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Polícia Federal seleciona candidatos a 500 postos; veja dicas de preparação

  • Publicado: Segunda, 11 de Junho de 2018, 16h34
  • Última atualização em Segunda, 11 de Junho de 2018, 16h38
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Quem busca uma chance nas forças de segurança pelo país está cheio de boas notícias. As polícias militares de Mato Grosso do Sul, Roraima e Mato Grosso e as civis de São Paulo e Goiás, por exemplo, estão com processos seletivos em andamento. Mas, além disso, a Polícia Federal anunciou em abril uma seleção para preencher 500 oportunidades. Ainda não foi divulgada a distribuição de vagas pelos estados. A organização ficará com o Cebraspe, antigo Cespe/UnB. Sabendo disso, já é possível estudar.

A previsão é de que o edital do processo seletivo seja publicado até o mês que vem. Segundo Paulo Estrella, diretor da Academia do Concurso, as formações exigidas são: nível superior em qualquer área para os postos de agente, escrivão e papiloscopista, e graduação em Direito para delegado. O posto de perito também deve pedir faculdade especifica, mas depende da necessidade da Polícia: por exemplo, podem ser requisitados perito contador, perito médico, perito em Tecnologia da Informação e perito farmacêutico.

Os especialistas adiantam

Vagas - O que está confirmado: serão oferecidas 150 oportunidades para o cargo de delegado, 60 para perito criminal, 80 para escrivão, 30 para papiloscopista e 180 para agente.

Salários - Ainda não foram divulgados, mas salários de agente, escrivão e papiloscopista ficam em torno de R$ 12,5 mil. Para perito e delegado, são cerca de R$ 23 mil.

Preparação - Os estudos para o concurso podem ser iniciados pelas disciplinas comuns a todos os cargos: Português, Constitucional , Administrativo e Processo Penal. Mas, fazendo provas anteriores da seleção — o que é sempre recomendado —, o candidato poderá sentir os pesos diferentes às disciplinas. E decifrar o que mais é cobrado em cada caso.

Preparação - Segundo Paulo Estrella, só é possível adiar a decisão de para qual cargo concorrer se a dúvida for entre os postos de agente e escrivão, que têm provas bastante parecidas. A diferença é apenas em uma disciplina: enquanto no primeiro caso é cobrada Arquivologia, o segundo pede conhecimentos de Contabilidade.

Organizadora - A definição pelo Cebraspe, para Paulo, tem dois lados: “Bom é que todo mundo sabe o que esperar dela, pois organizou todos os concursos da Polícia Federal. O lado negativo é o seu modelo de prova mito característico, que deixa o candidato desconfortável às vezes. Ele precisa julgar se as (em geral, 100 ou 120) afirmações colocadas estão certas ou erradas. Demanda que o candidato interprete bem o que está escrito na questão e tenha bastante conhecimento”.

Correção - O professor de Direito do Progressão Autêntico, Renato Barroso, acrescenta que a organizadora tem um critério de correção em que o candidato perde mais do que os pontos referentes ao erro específico. “Em geral, se errou uma, perde duas. Há concursos mais recentes em que o Cebraspe não tem aplicado essa regra e reduzido a perda para 25% de outra questão, quando há um erro. O edital deve especificar isso, pois depende do pedido da Polícia Federal. Então, é um concurso para não fazer a prova toda, não chutar. O candidato precisa fazer o cálculo de acertar pelo menos 80% ou 70% da prova.”

Concorrência - Ele ainda alerta que, por ser uma prova nacional, o concurso da Polícia Federal acaba gerando uma concorrência maior. “E é um concurso diferenciado pois geralmente tem um público fiel. Quem não passou em 2013 continuou estudando e tentará em 2018.”

Histórico - O últimos concursos da Polícia Federal foram organizados pelo Cebraspe. Em 2013, para perito criminal federal, delegado e escrivão. No mesmo ano, a PF lançou edital para agente administrativo, de nível médio, e vários cargos de nível superior, entre eles engenheiro e administrador. Em 2014, foi a vez do concurso para agente.

Outras fases - Após o exame intelectual, os candidatos também podem ser submetidos a teste físico, psicotécnico e curso de formação. Como a prova física é considerada rigorosa — o professor Barroso afirma que são avaliados salto, barra, corrido e natação, por exemplo — a recomendação é treinar simultaneamente aos estudos para a prova teórica.

Via Jornal Extra

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