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Orquestra Jovem de Itaguaí se apresenta na Câmara Municipal

Publicado: Sexta, 18 de Agosto de 2017, 12h12 | Última atualização em Sexta, 18 de Agosto de 2017, 12h12 | Acessos: 1026
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A Câmara Municipal de Itaguaí foi palco do primeiro recital do Projeto Orquestra Jovem de Itaguaí. A Tão esperada apresentação foi no dia 14 de agosto, as 18 horas, e contou com a presença de familiares e responsáveis pelas crianças e jovens que participam do projeto.

O projeto nasceu este ano, mas já conta com cerca de 150 alunos inscritos. Neste primeiro recital os alunos apresentaram o que aprenderam até agora, e encheram de orgulho e admiração os familiares que estavam no plenário.

A ideia do projeto nasceu do professor de música Adriano Souza, que nasceu em Itaguaí, saiu para estudar música através de uma bolsa, e agora dá aulas no município. O professor de música inscreveu o projeto na Lei de Incentivo Fiscal, e ele foi aprovado pelo Ministério da Cultura. Porém, o Projeto Orquestra Jovem de Itaguaí ainda não tem patrocínio.

A orquestra tem cerca de 20 instrumentos, a maioria violinos. Os instrumentos foram doados, e o projeto ainda precisa de muito mais doações. Sem fins lucrativos, a Orquestra Jovem de Itaguaí atende a alunos com vulnerabilidade econômica, por isso a doação de instrumentos é tão importante.

Mas quem pensa que só crianças compõe a orquestra está muito enganado. Paulo Alexandre, membro da equipe organizadora do projeto, conta que não existe idade máxima para participar, e todos são bem vindos para aprender a tocar um instrumento musical.

Os ensaios acontecem todas as quintas-feiras, no Itaguaí Atlético Clube.

Lei de incentivo fiscal

O incentivo é um mecanismo em que a União faculta às pessoas físicas ou jurídicas a opção pela aplicação de parcelas do Imposto sobre a Renda, a título de doações ou patrocínios, no apoio direto a projetos culturais aprovados pelo Ministério da Cultura. Ou seja: o Governo Federal oferece uma ferramenta para que a sociedade possa decidir aplicar parte do dinheiro de seus impostos em ações culturais. Desta maneira, o incentivo fiscal estimula a participação da iniciativa privada, do mercado empresarial e dos cidadãos no aporte de recursos para o campo da cultura, diversificando possibilidades de financiamento, ampliando o volume de recursos destinados ao setor, atribuindo a ele mais potência e mais estratégia econômica.

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